Rio Branco registra caso suspeito de Mpox; Brasil tem 46 casos confirmados
Prefeitura da capital do Acre confirmou que caso envolve mulher de 40 anos com sintomas compatíveis
Dados do Ministério da Saúde apontam, em 2026, 46 casos confirmados de Mpox no país, sendo a maioria (41) no estado de São Paulo. Um caso é dado como "provável" e outros 98 como suspeitos. Não há óbitos registrados. Desde 2022, o Ministério da Saúde registrou 18 mortes por Mpox no país, de um total de 14.530 casos confirmados e 367 prováveis.
Entenda a Mpox
- contato direto com lesões na pele;
- contato com fluidos corporais, como pus e sangue das feridas;
- secreções respiratórias em situações de contato próximo e prolongado;
- objetos contaminados, como roupas, toalhas e lençóis.
Os sintomas costumam aparecer entre três e 16 dias após o contato com o vírus e podem chegar a 21 dias. As lesões na pele geralmente surgem poucos dias depois da febre, mas podem aparecer antes. Os sinais mais comuns são erupções ou lesões na pele, febre, ínguas (linfonodos inchados), dor de cabeça, dores no corpo, calafrios e fraqueza.
As lesões evoluem de manchas para bolhas com líquido e depois formam crostas, que caem à medida que a pele cicatriza. A transmissão do vírus pode ocorrer desde o início dos sintomas até que todas as lesões estejam completamente cicatrizadas.
O diagnóstico é feito por exame laboratorial, a partir da secreção ou das crostas das lesões. Não há, até o momento, um medicamento específico amplamente disponível para tratar a Mpox. O atendimento é voltado para aliviar os sintomas. Na maioria dos casos, a doença evolui de forma leve a moderada e dura entre duas e quatro semanas.
Fonte: Sbt News
