MP pede exumação do corpo do cão Orelha; entenda

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MP pede exumação do corpo do cão Orelha; entenda

O pedido ainda depende de autorização judicial e não significa uma decisão definitiva

 Fonte: BACCI Noticias.

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) solicitou à Justiça a exumação do corpo do cão Orelha, morto na Praia Brava, em Florianópolis. O objetivo é aprofundar a apuração sobre as circunstâncias da morte do animal. O pedido foi apresentado como parte das diligências complementares após a conclusão do inquérito policial.

De acordo com o Ministério Público, a medida pode ajudar a esclarecer pontos que ainda permanecem indefinidos, mesmo após o encerramento das investigações conduzidas pela Polícia Civil. A solicitação foi assinada por promotorias que atuam nas áreas criminal e da infância e juventude, em razão do envolvimento de adolescentes no caso.

Os promotores avaliam que a análise direta no corpo do animal pode trazer novos elementos técnicos, capazes de confirmar ou descartar hipóteses levantadas ao longo da investigação. O entendimento é de que os laudos existentes não esgotaram todas as possibilidades de esclarecimento dos fatos.

Cão Orelha: MP busca reconstruir dinâmica do caso

Além da exumação, o Ministério Público também pretende incorporar novos registros audiovisuais e outros materiais que ajudem a reconstruir a dinâmica do ocorrido, incluindo imagens relacionadas à rotina dos cães e aos acontecimentos investigados.

O pedido ainda depende de autorização judicial e não significa uma decisão definitiva. O caso segue em andamento e tramita, em parte, sob sigilo, para preservar a identidade dos adolescentes citados, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

 Fonte: CNN Brasil.

Cão Orelha: MP busca reconstruir dinâmica do caso

Além da exumação, o Ministério Público também pretende incorporar novos registros audiovisuais e outros materiais que ajudem a reconstruir a dinâmica do ocorrido, incluindo imagens relacionadas à rotina dos cães e aos acontecimentos investigados.

O pedido ainda depende de autorização judicial e não significa uma decisão definitiva. O caso segue em andamento e tramita, em parte, sob sigilo, para preservar a identidade dos adolescentes citados, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Fonte: BACCI Noticias.

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